24 de março de 2018





























Espreito a medo pela janela da vida.
Disfarço-me para  não mostrar as minhas fraquezas, os meus medos, as minhas angustias.
Vejo por trás dos vidros o tempo passar, espero que ele me liberte da dor, da saudade, da injustiça da própria vida.
Nostálgico e cabisbaixo tenho o mar a desabar dos meus olhos, os pensamentos a passarem em tormentas.
Espreito a medo com a esperança latente de que o sol me aqueça, a luz entre, os olhos sequem e o sorriso renasça.
Espero, espero apenas que os medos passem...


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